
Exames que auxiliam o pré-natal
Identificação de anticorpos irregulares ou Painel de hemácias
Fornecedor: Fleury ou Fundação Hemominas
O Coombs indireto (CI), é realizado de rotina em todos pré-natais, indiferente do RhD da mãe. Se o CI está positivo, é obrigatória a identificação do anticorpo para avaliar o risco hemolítico no feto; se hemolítico, é necessária a titulação desse anticorpo para conduzir o pré-natal seguramente.
Genotipagem RhD fetal pelo plasma materno
Fornecedor: Hospital Israelita Albert Einstein
Esse teste é indicado para a detecção do gene RhD fetal a partir do plasma materno, evitando assim procedimentos invasivos, como amniocentese. Auxilia na indicação da profilaxia com imunoglobulina anti-D em mães RhD- com fetos RhD+. O exame pode ser realizado a partir da 20ª semana.
NIPT (non-invasive prenatal test) ou Teste não invasivo pré-natal estendido e básico
Fornecedor: Fleury
O teste é realizado por sequenciamento genético, no qual ocorre o estudo de DNA fetal livre em sangue materno, capaz de estudar diferentes condições cromossômicas com maior sensibilidade e especificidade. Avalia se o feto tem risco para síndrome de Down (trissomia do 21), Edwards (trissomia do 18) e Patau (trissomia do 13), além de alterações nos cromossomos sexuais, ex: síndrome de Turner (monossomia do X), síndrome de Kleinefelter (XXY), XXX e XYY.
O NIPT estendido avalia o risco para algumas síndromes genéticas mais raras, entre elas: Síndrome da deleção 1p36, Síndrome de Cri-Du-Chat (microdeleção 5p15.2), Síndrome de Angelman (microdeleção 15q11.2), Síndrome de DiGeorge (microdeleção 22q11.2) e Síndrome de Prader-Willi. A coleta pode ser feita a partir de dez semanas de gestação e não há limite de idade gestacional superior. Não pode ser realizado em gemelares.
